Sim, prefiro gentilezas à moral, sutilezas intensas arrepiam muito mais, que é o estar do lado só por estar, em silêncio. E querer estar perto é muito melhor do que palavras jogadas.
Montes de palavras sem fundamento e sentimento são descarregados o tempo todo, é tudo muito, tudo excesso.
O corpo fala e precisa de pouco, de segundos, de coração e mente abertos.
A menina sai para ver se o menino vai. Ele vai e sorri, e o dia está ganho.
Talvez porque eu mesma seja de sorrir demais.
De sorrir com o rosto todo, com os olhos e com a alma. De corpo virado pro alguém, de peito aberto. E a tensão de não poder querer ali.
Ela fala de tudo. Ele escuta. Sutilezas...Prometi poesia, mas esse meu não-amor é tão confuso que mal dá tempo de descrever. É um quase, um talvez, um suspiro! Porém, ocupa um espação assim, oh!
E eu me daria de novo, se preciso fosse, que tem dias que o amor precisa ser declarado. Porque é bom, porque é fácil, porque é bonito que só.